Archive for the ‘Packers’ Category

O quarterback do Green Bay Packers, Aaron Rodgers, conquistou na noite deste sábado o prêmio de MVP da temporada, Most Valuable Player (jogador mais valioso), na primeira cerimônia de premiação organizada pela NFL, realizada em Indianápolis. Dos 50 votos possíveis, o camisa 12 recebeu 48 – os outros dois foram para Drew Brees, quarterback do New Orleans Saints. Rodgers agradeceu os companheiros de time, disse estar “honrado” e ao receber o troféu das mãos de Peyton Manning, afirmou que “todos estão empolgados para vê-lo (Peyton) em campo”.

Em 2011/2012, o quarterback fez a melhor temporada de sua carreira, lançando para 4.643 jardas, 45 touchdowns e apenas seis interceptações, terminando com rating de 122,5 – recorde na NFL. Green Bay ficou em primeiro na liga, com 15 vitórias e uma derrota, mas acabou eliminado dos playoffs pelo New York Giants.

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Entre os prêmios mais aguardados da noite, Drew Brees venceu como melhor jogador de ataque e Terrell Suggs como melhor jogador na defesa. Cam Newton e Von Miller, escolhas n° 1 e n° 2, respectivamente, do último Draft, foram eleitos os melhores calouros do ano. Jim Harbaugh, do San Francisco 49ers, foi eleito o melhor técnico com 45 votos. No quesito “volta por cima”, Matthew Stafford, quarterback do Detroit Lions, levou o troféu. A votação é organizada pela Associated Press.

A cerimônia do NFL Honors foi apresentada pelo ator Alec Baldwin, anfitrião do Oscar dois anos atrás, que fez diversas brincadeiras com os jogadores presentes. Ao mencionar o fenômeno que foi Tim Tebow na última temporada, Baldwin afirmou que as únicas pessoas que não sabem quem é Tebow estão à espera do resgate dos Navy Seals (unidade militar norte-americana) em algum lugar do mundo. E ao falar sobre Madonna, atração do intervalo do Super Bowl, fez referência ao linebacker Clay Matthews pelos cabelos loiros e pelo tamanho dos bíceps

* Texto que escrevi para o ExtraTime

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A fotografia acima ilustra bem o que foi o reencontro de Green Bay Packers e New York Giants na noite de ontem. O ataque dos cheesehead, autor de 65 touchdowns, não foi sombra do que mostrou na temporada e caiu diante da defesa dos Blues, que cresce a cada partida, na derrota por 37 a 20. Os novaiorquinos forçaram um total de quatro turnovers, três fumbles e uma interceptação, para criar uma vantagem no placar e não permitir que o Packers pontuasse – o mais importante.

Ótima partida de Eli Manning, que segue tendo um ano fantástico, e se Victor Cruz não dançou a  salsa, Hakeem Nicks bailou no Lambeau Field, com sete recepções para 165 jardas e dois touchdowns. Verdade seja dita, os wide receivers de Green Bay deixaram cair bolas que não eram difíceis de agarrar: sintomas de duas semanas sem entrar em campo? Aaron Rodgers refutou a ideia. De qualquer forma, o Giants conquista a sua segunda vitória em Wisconsin nos playoffs em um espaço de quatro anos e embarca agora para San Francisco, onde decide a NFC com o 49ers.

Para ver os melhores momentos da partida, clique aqui.

Foto do post: Darren Hauck, Reuters.

Em jogo de defesas, Ravens leva a melhor

Resumo do jogo em três palavras: defense, defense e defense. No confronto de duas das melhores defesas da NFL, a do Houston Texans manteve o time parelho no jogo até o final, enquanto a do Baltimore Ravens provocou os turnovers que permitiram ao seu ataque marcar os pontos decisivos do duelo. Arian Foster cumpriu o que se esperava dele, passando das 100 jardas terrestres pelo quarto jogo consecutivo (o jogo contra o Titans na última rodada não é considerado porque ele foi poupado), mas quando a batata ficou quente nas mãos do novato T.J. Yates, ela deu uma bela assada. Três interceptações do quarterback, para delírio da secundária púrpura – ou vocês acham que Ed Reed parece triste na foto?

Joe Flacco, que as pessoas tanto gostam de pregar que é o único jogador da posição na história da NFL a ir para os playoffs nas primeiras quatro temporadas, mas que ninguém parece confiar muito, foi discreto, porém, eficiente. Conectou 14 passes para 176 jardas e dois touchdowns, não dando margens para um turnover que pudesse inverter o resultado – e poderia! Ao Texans, resta lamentar a chance perdida, principalmente por conta da ausência de Matt Schaub, lesionado. Com ele, podem ter certeza que o cenário seria outro. Assim como o 20 a 13 no placar a favor do Ravens. Baltimore segue viagem e encara o New England Patriots no domingo, em partida válida pela final da AFC.

Para ver os melhores momentos da partida, clique aqui.

Foto do post: Patrick Semansky, AP.

Pela primeira vez na história da NFL, os playoffs de divisão vão ter quatro quarterbacks que foram MVPs (jogador mais valioso) em finais de Super Bowl. No sábado, Drew Brees e Tom Brady entram em campo. No domingo, é a vez de Aaron Rodgers enfrentar Eli Manning no Lambeau Field. Veja abaixo todos os confrontos do final de semana e as análises de cada partida:

PARTIDAS DE SÁBADO

NFC: SAN FRANCISCO 49ERS x NEW ORLEANS SAINTS
Data: 14 de janeiro / Horário: 19h30 (Brasília), transmissão da ESPN
Estádio: Candlestick Park, em San Francisco
Último confronto: Vitória dos Saints (25 a 22) em 2010

O jogo: Não é exagero dizer que o duelo entre Saints e 49ers é o mais interessante deste final de semana. A equipe comandada por Drew Brees acumula nove vitórias consecutivas, a melhor sequência atual da NFL, e se quiser chegar com força máxima para a final da NFC, nada melhor do que passar pela forte defesa do San Francisco, a melhor da liga contra o jogo corrido e a terceira em número de interceptações (23).

New Orleans está embalado após a vitória sobre os Lions no último sábado, mas longe do Mercedez-Bens Superdome e de seu teto, a média de pontos cai de 41 para 27, o que é uma ótima notícia para os Niners, donos do Candlestick Park: estádio aberto e de grama natural. Na última vez que as duas equipes se encontraram, em 2010, os Saints venceram com um field goal a dois segundos do fim. Ainda sob a tutela de Mike Singletary, os 49ers fizeram um bom trabalho naquela noite, ao permitir apenas 254 jardas para Brees. A ideia de Jim Harbaugh é repetir o feito.

San Francisco vence se: Segurar os corredores dos Saints, não desperdiçar pontos dentro da redzone e tirar Brees da sua zona de conforto. Com tempo dentro do pocket, é sabido que ele encontra o recebedor que bem quiser – a defesa do Detroit que o diga. San Francisco aposta na recuperação de Patrick Willis, que se junta ao trio Aldon Smith, Justin Smith e NaVorro Bowman na caça ao quarterback. A briga promete ser boa contra a linha ofensiva dos Saints, que tem dois dos melhores guards da NFL. A defesa é ótima contra o jogo corrido e se conseguir manter o ataque do New Orleans unidimensional, ou seja, baseada apenas no passe, é a chance da secundária aparecer e forçar turnovers. Por fim, o ataque dos 49ers terá que ir além da sua média de 21 pontos – isso não é suficiente para bater os Saints. Frank Gore é a grande arma do San Francisco, mas quem tem a oportunidade de sair como herói no sábado é Alex Smith – é a partida da vida dele.

New Orleans vence se: Proteger Brees da linha de tiro dos 49ers e conter o jogo corrido de Gore e Kendall Hunter, de forma que Smith fique pressionado dentro do pocket. O coordenador defensivo dos Saints não usa muito as blitzes para cima do quarterback rival, porém, como Smith não é um jogador que lança passes longos, surpreendendo a defesa – ao contrário de Stafford, eventuais sacks podem significar um caminho mais curto para a vitória. Tudo indica que desta vez os running backs tenham mais dificuldades para estabelecer o jogo corrido, o que só aumenta a importância da proteção a Brees.

Palpite: San Francisco

AFC: NEW ENGLAND PATRIOTS x DENVER BRONCOS
Data: 14 de janeiro / Horário: 23h (Brasília), transmissão da ESPN
Estádio: Gillette Stadium, em Foxborough
Último confronto: Vitória dos Patriots (41 a 23) em 2011

O jogo: Tim Tebow fez o que ninguém esperava no último domingo, muito menos Troy Polamalu e companhia: lançou mais do que correu com a bola e garantiu a vitória nos playoffs. New England não tem a mesma defesa do Pittsburgh, mas viu de camarote o que aconteceu com os Steelers e teve uma semana para se preparar e evitar uma nova zebra, desta vez em Foxborough.

Os Patriots não têm um jogo corrido consistente, o que pode fazer com que a defesa do Denver tente sacar Tom Brady a qualquer custo, no entanto, é bom lembrar que o quarterback que os Broncos enfrentam neste sábado não está com a mobilidade comprometida como Roethlisberger estava. Além disso, Von Miller e seus companheiros têm três motivos para não avançar com tanta sede ao pote: Wes Welker, Aaron Hernandez e Rob Gronkowski. No último encontro entre as equipes, algumas semanas atrás, New England venceu por uma diferença larga, mas o que o placar esconde é que a equipe de Brady cedeu 252 jardas terrestres. Se isso voltar a acontecer e Tebow anotar o mínimo de passes necessários, de preferência sem fumbles, teremos emoções à vista.

New England vence se: Dominar o jogo corrido dos Broncos e forçar turnovers. Tom Brady, que está em ótima fase, é o tipo de jogador que precisa ser pressionado para cometer erros, mas que a qualquer descuido da defesa, encontra recebedores com facilidade. Marcar os tight ends Hernandes e Gronkowski, que juntos somam 169 recepções, 2.237 jardas e 24 touchdowns, será um desafio e tanto para a secundária do Denver – sem esquecer de Wes Welker, claro. Depois das mais de 300 jardas aéreas que Tebow impôs à defesa dos Steelers, é de se esperar que os safeties e cornerbacks dos Patriots não deem bobeira.

Denver vence se: Estabelecer o jogo corrido, Tim Tebow repetir os bons lançamentos do último domingo e se a defesa for capaz de segurar o ataque dos Patriots, principalmente quando ele chega na forma dos tight ends. Os Broncos podem responder com seus wide receivers, boa parte dos fãs da NFL viram do que eles são capazes quando a bola chega neles, mas não contam mais com o fator “surpresa”. Apesar da grande vitória contra os Steelers, Denver segue como o azarão da história.

Palpite: New England

PARTIDAS DE DOMINGO

AFC: BALTIMORE RAVENS x HOUSTON TEXANS
Data: 15 de janeiro / Horário: 16h (Brasília), transmissão da ESPN
Estádio: M&T Bank Stadium, em Baltimore
Último confronto: Vitória dos Ravens (29 a 14) em 2011

O jogo: Confronto de duas ótimas defesas, a segunda melhor contra a terceira, e dois grandes running backs, Arian Foster contra Ray Rice. Podemos esperar um jogo muito disputado nas trincheiras, com ambos os times tentando abrir caminhos por meio das corridas. Baltimore leva vantagem por jogar em casa e apesar do quarterback Joe Flacco não ter feito uma grande temporada, ele é o único jogador da posição a ter ido para os playoffs nos quatro primeiros anos como profissional – experiência muito superior a do calouro T.J. Yates.

Na última vez que as equipes se encontraram, Matt Schaub ainda era o titular, mas como o wide receiver Andre Johnson se contundiu durante a partida, a defesa dos Ravens pode se concentrar em Foster, que terminou o jogo com apenas 49 jardas terrestres. Baltimore segurou o ataque dos Texans e não permitiu nenhum ponto do rival nos últimos 21 minutos – a estratégia utilizada em outubro vai valer neste domingo.

Baltimore vence se: Limitar Foster e Ben Tate a poucas jardas, o que inevitavelmente coloca pressão em Yates, e estabelecer o jogo corrido com Ray Rice. Andre Johnson voltou de contusão e embora ainda não seja o mesmo wide receiver de anos anteriores, a secundária dos Ravens precisa ficar atenta, porque se existe um jogador que pode mudar o curso do jogo, além do próprio Foster, é o camisa 80 – basta a bola chegar nele. Flacco não precisa de longos passes ou touchdowns incríveis, o fundamental é que ele cuide da bola e evite turnovers.

Houston vence se: Correr a bola com sucesso, tirar a pressão dos ombros de Yates e protegê-lo dentro do pocket na hora do passe. A defesa, que faz um ótimo trabalho até aqui, terá que segurar Ray Rice e forçar turnovers para dar ao ataque uma chance de vencer. Se o jogo corrido não funcionar, e essa possibilidade existe quando se enfrenta os Ravens, o jogo fica nas mãos de Yates – ele vai precisar completar mais passes do que está acostumado.

Palpite: Baltimore

NFC: GREEN BAY PACKERS x NEW YORK GIANTS
Data: 15 de janeiro / Horário: 19h30 (Brasília), transmissão da ESPN
Estádio: Lambeau Field, em Wisconsin
Último confronto: Vitória dos Packers (38 a 35) em 2011

O jogo: O ataque dos Packers é 100% focado no talento e no ótimo momento que vive Aaron Rodgers. Sem a presença de um bom ataque terrestre, as jogadas do Green Bay seriam, em tese, previsíveis, mas diante das opções que Rodgers tem em seu grupo de recebedores, um dos melhores da NFL, é normal que as defesas tenham muitas dificuldades – menos a do Kansas City Chiefs. Se não puder contar com Aaron Ross, o New York Giants tem um belo problema pela frente na defesa. No ataque, os Blues têm talento e competência para fazer frente aos atuais campeões do Super Bowl.

Green Bay vence se: Rodgers tiver o mínimo de tempo necessário dentro do pocket e a defesa marcar o jogo corrido dos Giants, além de encontrar alguma maneira de parar Victor Cruz – Charles Woodson não quer saber de dança de salsa na sua endzone. O fato de Green Bay não possuir running backs consistentes não têm sido um fator determinante – a equipe vence sem isso, então é provável que o ataque continue focado nos passes. Se o camisa 12 fizer uma partida sem erros, os Packers dão um passo rumo à final da NFC.

New York vence se: Mantiver o ataque marcando pontos, estabelecer o jogo corrido e deixar Rodgers fora de ação pelo maior tempo possível. Apoiado na dupla Brandon Jacobs e Ahmad Bradshaw, New York correu para 172 jardas no domingo passado e se repetir a boa atuação, deixa Eli Manning menos pressionado para soltar o braço nos passes para Victor Cruz. A defesa vai pressionar Rodgers, ainda mais se tiver Osi Umenyiora, Justin Tuck e Jason Pierre-Paul saudável, mas é uma blitz descuidada que Rodgers antecipa o lançamento para encontrar Greg Jennings ou Donald Driver sob marcação individual. Os Giants vão sentir a ausência de Ross, mas a equipe mostrou durante a temporada que é capaz de acompanhar o ritmo dos Packers.

Palpite: Green Bay

* Texto que escrevi para o ExtraTime

Passou rápido e já acabou. Sim, a temporada regular da NFL se encerrou ontem e a partir de agora são playoffs: quem perder, volta para casa; quem ganhar, segue rumo ao Super Bowl. Bengals e Broncos, que estavam mais perto das vagas restantes na AFC, garantiram suas passagens, enquanto na NFC, o Giants venceu o Cowboys pela segunda vez na temporada e não quis saber de férias adiantadas.

NY Giants 31, Dallas 14 (Leia mais)
No duelo pelo título da NFC Leste e última vaga da NFC, o Giants dominou o jogo e mandou o Cowboys de volta para o Texas. Eli Manning esteve bem pela segunda vez na temporada contra Dallas e comandou a equipe novaiorquina rumo aos playoffs. No 1° tempo, a partida parecia terminada depois que os blues abriram 21 a 0. Os texanos responderam no 2° tempo com dois touchdowns, apertaram o placar em 21 a 14, mas não foram capazes de empatar o jogo e ainda viram o Giants ampliar a vantagem em dez pontos. Tony Romo, com a mão ainda inchada, não foi bem, lançou uma interceptação e sofreu um fumble, já no final da partida, decretando a derrota. Com o resultado, New York vai adianta e recebe o Falcons na próxima semana.

Green Bay 45, Detroit 41 (Leia mais)
Jogo entre duas equipes classificadas para a próxima fase significa jogo de comadres, certo? Errado. Packers e Lions fizeram uma partida com jeito de college football: mil jardas aéreas! Detalhe: Aaron Rodgers não jogou. O camisa 12 foi poupado, mas nem por isso deixou de ter o seu papel na vitória de Green Bay. Rodgers chamou boa parte das jogadas durante o 1° tempo e foi peça fundamental para a atuação de gala de Matt Flynn. Em sua segunda partida como titular, Flynn lançou para 480 jardas e seis touchdowns, recorde para a franquia. No Lions, Matthew Stafford fechou a temporada com estilo, apesar da derrota, chegando às 5.038 jardas e 41 touchdowns. Green Bay descansa na primeira rodada, enquanto Detroit tem um duro teste fora de casa contra o Saints. Em tempo, a arbitragem afanou um TD do Lions, que não desafiou a jogada porque não tinha mais desafios.

New England 49, Buffalo 21 (Leia mais)
O Patriots gosta de desafios. Depois de sair perdendo por 24 a 0 na última semana contra o Dolphins, New England viu Buffalo marcar 21 pontos só no 1° quarto de jogo na tarde de ontem, para em seguida anotar 49 pontos e acabar com a farra do Bills. Com as 338 jardas lançadas, Tom Brady chega a 5.235 e também passa a marca de Dan Marino. Pela primeira vez na NFL, temos três quarterbacks com mais de cinco mil jardas na mesma temporada, com o detalhe de que Eli Manning chegou perto, parando nas 4.933 jardas. Bom, New England garantiu o primeiro posto da AFC, vê a primeira rodada do sofá e espera para quem enfrenta na semifinal.

Miami 19, NY Jets 17 (Leia mais)
A classificação do Jets para os playoffs dependia de uma série de combinações de resultados, além da própria vitória do time. Era improvável que acontecesse, mas se New York perde para Miami, de que adianta? A derrota final serve para colocar de vez em dúvida se Mark Sanchez é ou não o quarterback titular desse time. O Jets poderia ter saído de campo com a vitória e por mais que não conseguisse a vaga, fechava a temporada de maneira honrosa, mas as três interceptações do camisa 6 resultou em três field goals do Dolphins – e aí, complica o negócio. Rex Ryan terá um bom tempo para pensar no que fazer para mudar o Jets e, principalmente, Sanchez melhorar. Já se foram três anos.

Veja todos os resultados da Semana 17 da NFL:

* DOMINGO, 1 DE JANEIRO
Tennessee 23, Houston 22
Jacksonville 19, Indianapolis 13
Chicago 17, Minnesota 13
New Orleans 45, Carolina 17
Philadelphia 34, Washington 10
San Francisco 34, St. Louis 27
Arizona 23, Seattle 20
Atlanta 45, Tampa Bay 24
Baltimore 24, Cincinnati 16
Pittsburgh 13, Cleveland 9
Kansas City 7, Denver 3
San Diego 38, Oakland 26

Foto do post: AP.

O Lambeau Field foi palco de mais um massacre. Sem piedade, Aaron Rodgers lançou pela primeira vez na carreira para cinco touchdowns em um mesmo jogo, derrotou o rival histórico Chicago Bears por 35 a 21 e alçou o Packers à condição de melhor time da NFC. O que isso significa? Jogar em casa até uma possível final de conferência, ou seja, se alguma equipe quiser vencer os cheesehead, terá que fazê-lo no frio de Green Bay.

A partida de ontem também serviu para Rodgers quebrar recordes e aproximá-lo de outros. Com as 283 jardas lançadas na última noite, o camisa 12 chega a 4.643 na temporada, novo recorde da franquia, que pertencia a Lynn Dickey, com suas 4.458 jardas de 1983. Além disso, faltam cinco TDs para A-Rod igualar a marca de 50 touchdowns de Tom Brady de 2007 e o seu atual rating de 122.5 é superior aos 121.1 de Peyton Manning em 2004. Em poucas palavras, Rodgers começa a galgar o seu lugar entre os grandes com a possibilidade de quebrar o recorde dos dois maiores quarterbacks que a NFL viu surgir na última década.

Sobre o Chicago Bears, eliminado da briga pelos playoffs após a derrota, não há o que lamentar – a equipe fez aquilo que estava a seu alcance. Até o início do 3° quarto, o time conseguia se manter no páreo, apoiado na defesa e nas boas corridas de Kahlil Bell, e perdia por apenas quatro pontos. Só que aí Rodgers decidiu pisar no acelerador e Green Bay anotou três touchdowns em suas três campanhas seguintes, jogando o placar para 35 a 10 e decretando sua vitória, a 14ª na temporada. A tarefa de Chicago já seria complicada com Jay Cutler, Matt Forte e Marion Barber, sem eles, ficou praticamente impossível.

Em tempo, o resultado de ontem classifica o Atlanta Falcons para os playoffs.

Para ver os melhores momentos da partida, clique aqui.

Foto do post: Jeffrey Phelps, AP.

Em primeiro lugar, peço desculpas pelos poucos posts ultimamente, mas antecipo que é por uma boa causa. Desde o início de dezembro, estou envolvido em um projeto, de certa forma pioneiro no Brasil, que deve estrear em 2012 – logo, o mundo não pode acabar ano que vem. Trata-se do primeiro site totalmente voltado para esportes americanos: NFL, MLB, NBA e NHL. Aguardem mais informações.

NY Giants 37, Dallas 34 (Leia mais)
O Giants estava colado no Cowboys antes da Semana 14, vide a foto do post. Estava, porque a equipe da Big Apple derrotou o rival de divisão na noite de domingo e assumiu a liderança da sempre disputada NFC Leste. Os dois times estão empatados em 7-6 e ainda tem um confronto marcado para a última rodada, no Texas. Alguém tem dúvidas de que vai valer a vaga nos playoffs? Dallas e New York jogaram muito e quase levaram o jogo para a prorrogação – pior para o Cowboys, que teve um field goal bloqueado e a vantagem na ponta perdida.

Denver 13, Chicago 10 (Leia mais)
Aconteceu de novo. O Tebow Time, que motivou até um estudo de alunos de Harbard, fez mais uma vítima na NFL: Chicago. A equipe do Broncos não fez absolutamente nada durante 55 minutos da etapa regulamentar, mas com 4 minutos no relógio, decidiu virar o jogo. Levou a partida para a prorrogação e pela 6ª vez consecutiva, venceu o adversário na bacia das almas. Falem o que quiser de Tim Tebow, só lembrem que o time está 8-5 e atualmente lidera a AFC Oeste – mesmo com as dúvidas no que diz respeito ao futuro de Tebow à frente da franquia.

Green Bay 46, Oakland 16 (Leia mais)
Daqui em diante, a não ser que o Packers tire o pé do acelerador, como fez o New Orleans Saints em 2009, a equipe de Wisconsin deve terminar a temporada regular sem saber o que é perder. E para fechar com chave de ouro, tem uma chance razoável de quebrar o recorde de melhor ataque da história da NFL, superando os 589 pontos marcados pelo New England Patriots em 2009 – Green Bay soma 466 até agora, tem uma média de 35 por jogo, podendo chegar a 571 com as três partidas restantes. Sobre o jogo, o Raiders está de parabéns por não permitir que Aaron Rodgers terminasse o jogo com um rating acima de 100 – é a primeira vez que isso acontece na temporada.

Veja os outros resultados da Semana 14 da NFL:

* QUINTA-FEIRA, 8 DE DEZEMBRO
Pittsburgh 13, Cleveland 3

* DOMINGO, 11 DE DEZEMBRO
Baltimore 24, Indianapolis 10
Atlanta 31, Carolina 23
Houston 20, Cincinnati 19
Detroit 34, Minnesota 28
Jacksonville 41, Tampa Bay 14
Philadelphia 26, Miami 10
NY Jets 37, Kansas City 10
New Orleans 22, Tennessee 17
New England 34, Washington 27
Arizona 21, San Francisco 19
San Diego 37, Buffalo 10

* SEGUNDA-FEIRA, 12 DE DEZEMBRO
Seattle 30, St. Louis 13

Foto do post: Jose Yau, AP.

De uma temporada que parecia incerta devido à paralisação, duas certezas começam a ficar cada vez mais claras após 13 rodadas. Primeiro, Green Bay deve repetir os passos de New England em 2007 e terminar 16-0. Segundo, Indianapolis deve repetir os passos de Detroit em 2008 e terminar 0-16.

Green Bay 38, NY Giants 35 (Leia mais)
A cada semana que passa, fica claro que Aaron Rodgers não é o melhor jogador em atividade na NFL. O camisa 12 de Green Bay desistiu da liga e resolveu jogar isolado em seu próprio mundo, onde tudo que faz dá certo e ele é o cara. No último domingo, o New York Giants empatou de forma heroica nos últimos minutos, o que não agradou Rodgers. Contrariado, o provável MVP veio a campo com cerca de 50 segundos no relógio, lançou alguns passes de 20 jardas ou mais como se fosse a jogada mais simples do futebol americano, colocou sua equipe em boa posição para o field goal e fim de papo. Mais uma vitória, a 12ª da temporada. Quem vai parar o Packers? Leia abaixo.

New Orleans 31, Detroit 17 (Leia mais)
Se o Saints tem algum mural e uma foto do funcionário do mês, ela é quase “ad aeternum” de Drew Brees. Até o momento, o quarterback acumula 4.031 jardas lançadas – recorde em 12 partidas, e tem tudo para bater o recorde de Dan Marino se continuar assim. Com as boas atuações de Brees, New Orleans lidera a NFC Sul e promete brigar com o 49ers pelo posto de segundo melhor time da NFC. Embora a equipe tenha perdido para Green Bay na primeira rodada, vejo no Saints uma das poucas forças da NFC capaz de impedir a ida do Packers ao Super Bowl.

Pittsburgh 35, Cincinnati 7 (Leia mais)
Se o Packers passar pela final da NFC e chegar ao Super Bowl, outra das poucas forças da liga capaz de impedir o bicampeonato dos cheesehead é o Steelers. Com a melhor defesa da NFL e a segunda melhor contra o jogo aéreo, Pittsburgh anulou o Cincinnati Bengals e praticamente assegurou a vitória no 2° quarto de jogo, anotando 28 pontos apenas neste período. O ataque não é de produzir muitos pontos – é o 18° da liga no quesito, mas se essa defesa mantiver esse ritmo, o torcedor pode ficar otimista com o Steelers na pós-temporada.

Carolina 38, Tampa Bay 19 (Leia mais)
Carolina recrutou um pacote completo com sua primeira escolha do Draft. Cam Newton lança, corre e até recebe passes. De quebra, correu para três touchdowns, chegou à marca de 13 na temporada e bateu o recorde para um quarterback. Muitos duvidaram do sucesso de Newton na transição do futebol universitário para o profissional, mas o garoto tem mostrado que é uma realidade e que veio para ficar. Vale lembrar que a vitória deste domingo foi sobre o bom time do Buccaneers. Ainda é cedo para brigar com os cachorrões Saints e Falcons, mas o Panthers pode incomodar bastante em um futuro não muito distante.

Veja os outros resultados da Semana 13 da NFL:

* QUINTA-FEIRA, 1 DE DEZEMBRO
Seattle 31, Philadelphia 14

* DOMINGO, 4 DE DEZEMBRO
NY Jets 34, Washington 19
Kansas City 10, Chicago 3
Tennessee 23, Buffalo 17
Miami 34, Oakland 14
New England 31, Indianapolis 24
Houston 17, Atlanta 10
Denver 35, Minnesota 32
Baltimore 24, Cleveland 10
Arizona 19, Dallas 13
San Francisco 25, St. Louis Rams 0

* SEGUNDA-FEIRA, 5 DE DEZEMBRO
San Diego 38, Jacksonville 14

Foto do post: site oficial do Packers.